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Algumas cidades estão a
remover ordenações contra raças especificas para
expandir a lei dos cães perigosos e focar-se no
comportamento dos cães. Isto foi feito no Colorado nos
EUA há vários anos atrás através da proibição de leis
específicas relativas a raças de cães em resposta ao
lobby apresentado pela Fundação Americana Canina.
Muitas jurisdições estão a procurar formas de elaborar
leis contra cães perigosos que podem dar azo não só a
acções criminosas contra os donos desses cães, mas
também contêm providências para assistir as vitimas com
assistência médica mandatória. Não se sabe ou certo como
isto poderá ser feito através da legislação. No entanto,
isso não impediu outras jurisdições de continuarem a
implementar leis específicas a raças perigosas.
No Tribunal Supremo de Ohio em 2007, a ASPCA (Sociedade
Americana de Prevenção Contra a Crueldade a Animais)
preencheu uma acção em suporte do caso Telling Vs
Toledo, no qual é dito:
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“O tribunal e o sexto
distrito concordam que as pesquisas mais recentes
indicam que os cães da raça pit bull não são mais
perigosos do que cães de outras raças, como tal a raça
em si não pode ser o rationale por trás da lei de Pit
Bulls em Ohio...”
Certamente, que estas leis que regulamentam os pit bulls
como cães ferozes terão um impacto positivo na segurança
pública. No entanto, também este aspecto é questionável,
enquanto que em 1996, 14,6% das agencias de controlo
animal reportavam problemas com lutas entre cães, em
2004 o número de agências que reportavam problemas
locais com lutas entre cães aumentou para 29%.
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